Sinopse: Uma oficial da CIA é acusada de ser espiã da Rússia e precisa fazer de tudo para provar sua inocência.
Elenco: Liev Schreiber (Winter), Angelina Jolie, Zoe Lister Jones (Zoe Kinnally), Chiwetel Ejiofor (Peabody), Armand Schultz (Martin Crenshaw)
Direção: Phillip Noyce
Roteiro: Brian Helgeland, Kurt Wimmer
Antes de começar a falar sobre esse filme, gostaria de ser sincero: eu adoro qualquer filme com a Angelina Jolie. É sério! Acho Jolie uma atriz soberba, que se encaixa em qualquer papel, desde a mulher durona (vide esse Salt e Tomb Raider) até a mulher frágil (A Troca, Garota Interrompida). Não estou dizendo que todos os seus filmes são bons, apenas estou dizendo que eu sinto um prazer enorme em vê-la atuar. Sendo assim, posso continuar.
Salt estreou nos EUA logo após o escândalo dos espiões russos no próprio país. Como num filme de Hollywood, o governo americano desmascarou uma rede de espiões (isso ainda existe pra quê??) e deportou todo mundo. Por incrível que possa parecer, a situação real ajudou na promoção do filme, que, até o momento, já arrecadou 106 milhões de dólares só em solo americano. Mesmo assim, essa “propaganda” não seria o suficiente para levar o filme a tal bilheteria milionária. E aí que entram três fatores interessantes que podem explicar tal sucesso.
O primeiro fator é o elenco de apoio. Liev Schreiber está ótimo como sempre e Chiwetel Ejiofor (ainda não sei pronunciar esse nome!) também está muito bem. Eles seguram as pontas, apesar da curta duração de suas cenas. A única coisa que achei estranha foi que lembrei em alguns momentos do personagem de Ejiofor em 2012 (o que é ruim pra ele, pois 2012 ele está péssimo).
O segundo fator é Angelina Jolie que, apesar do personagem raso escrito por Kurt Wimmer (e lapidado por Brian Helgeland), consegue trazer certa dimensionalidade ao personagem, principalmente em momentos mais dramáticos que a mostram mais vulnerável. Em suas cenas de luta, Jolie também arrebenta (literalmente) e nunca deixa a peteca cair.
O terceiro fator e o mais importante de todos: o filme é curto. Com uma história batida e focada na ação, Phillip Noyce (que fez o péssimo Colecionador de Ossos com Jolie) acertou em fazer um filme enxuto e agitado. Desde seu início até o fim, o filme não para um segundo sequer. Isso é percebido não só pelas cenas de ação bem orquestradas, mas pela incessante trilha sonora. Se você perceber, verá que a todo tempo há uma música tocando passando a idéia de urgência (outro acerto de Noyce). Além disso, o filme tem umas sacadas inteligentes e criativas, como certa morte no final do filme (brutal demais!!) e o fato “não é o que parece ser” ser bem realizado (você só descobre a verdade no final! :-P). Aliás, o final é aberto, ou seja, os produtores já esperavam o sucesso do filme para uma continuação (ou duas, como é moda).
Talvez, se não fosse Jolie, não daria a nota que dei. Mas como pra mim qualquer filme com ela já vale a pena, então manterei a nota. Afinal, com perdão do trocadilho, Jolie é o “sal” que salva o tempero.





Eu gostei da Jolie em "A Troca", em "Garota Interrompida" ela foi ok, estava interpretando a si própria naquela época.
ResponderExcluirNa minha opinião ela é atriz de filmes de ação. Ponto. Com exceção obviamente de Mr and Mrs Smith (pqp que praga de filme ruim).
Mas depois de ler sua resenha, acredito que Salt deve ser legal, vou dar um crédito pq temos gostos similares, mas minha simpatia por ela não vai além desse tipo de filme. Vai ver que é despeito pq ela me tomou o Brad. uahuahuahuahuahuahuaha
Parabéns pelo blog!! Isso aí, atualizações constantes!! Bacana!!
Ahhhhh esqueci de dizer... qq filme que tenha o Liev Schreiber ganha o meu ingresso!! =D Ele é FUEDA!! rsrsrsrs
ResponderExcluirSr e Sra Smith é o ó de ruim!!! :-P
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