Sinopse: A trama segue Perseus, um deus criado como homem que precisa proteger a sua família de Hades, um perigoso vilão do submundo. Sem nada a perder, Perseus se une a voluntários e dá início a uma guerra contra Hades, antes que ele tome o poder de Zeus e a acabe com a Terra. Durante a jornada, Perseus precisa combater demônios e feras. O único jeito de Perseus sobreviver será ele aceitar que é um deus e decidir como será o seu próprio destino.Elenco: Liam Neeson (Zeus), Sam Worthington (Perseus), Gemma Arterton (Io), Mads Mikkelsen (Draco), Ralph Fiennes (Hades), Danny Huston (Poseidon), Alexa Davalos (Andrômeda)
Direção: Louis Leterrier
Roteiro: Lawrence Kasdan
Ontem eu convidei a minha digníssima para assistir o filme em questão. Não disse o nome em momento algum, apesar da insistência dela em saber pelo menos do que se tratava. O filme começou e ela continuou perguntando que filme era aquele e eu continuei não dizendo. Até que em determinado momento, surgiram os deuses do olimpo e o nome Perseu. Aí veio a pergunta: “Isso é uma continuação daquele filme do menino?”. Eu disse: “Não, não é Percy Jackson.”. Nesse momento, ela voltou para o seu IPhone e continuou twitando enquanto o filme seguia sua introdução. Ela virou pra mim mais uma vez e disse: “Isso não parece filme de domingo à noite”.
O filme começa meio morno, mas logo em seguida a primeira aparição de Hades é bem interessante, principalmente as asas sombrias de fumaça negra. Bem legal. Aliás, o design dos monstros e deuses eu achei bem interessante, seguindo um pouco o do filme original (principalmente Zeus) e criando outros bem legais, como a Medusa (apesar de um pouco superficial) e o Kraken (este aparece pouco, mas de forma eficiente).
Sobre o elenco, não tenho como não elogiar Liam Neeson. Acho que não importa o filme que ele faça, ele é o cara e é o melhor do filme (apesar de aparecer pouco). Outro que eu adoro é o Ralph Fiennes, mas infelizmente não gostei da sua caracterização como Hades. Achei ruim e em momento algum associei o olhar estranho e a voz rouca à sua fraqueza. Uma pena.
Já Sam Worthington deve estar treinando para ser o próximo Batman, já que parece ter dificuldades em falar sem forçar a garganta. Não que eu não goste dele, acho até um ator competente, mas não me agradou muito também. Não é nada que comprometa o filme, mas podia ser melhor.
Os efeitos especiais estão ótimos. O que mais me impressionou foi o Pégasus e suas asas. Achei muito bem-feito e em momento algum você acha que aquele animal não é de verdade. As bruxas, o barco da morte, a ambientação do mundo inferior, foram todos acertos e passam bem o que pretendiam.
O diretor Louis Leterrier faz o que pode com um roteiro cheio de buracos maiores que a cratera que tem na rua lá perto de casa e entrega uma aventura limpa e eficiente. Poderia ser um pouco mais violenta por se tratar de deuses e monstros impiedosos, mas acho que o intuito era fazer algo mais leve para que rendesse mais nas bilheterias.
Ao final do filme, minha mulher finalmente largou o IPhone e se virou pra mim, dizendo: “O que vamos comer agora?”. Isso mostra que realmente esse não era um filme para domingo à noite e sim para uma Sessão da Tarde.





Mas é uma falador rsrs Pq eu gostei sim do filme! Muito melhor que aquele Percy Jackson!
ResponderExcluirMas NINGUÉM merece Percy Jackson... aquilo é filme pra tortura, conseguir informações... rsrsrs
ResponderExcluirEu até gostei do primeiro livro do Percy Jackson... muito melhor que o filme bunda que o bunda do Chris Columbus fez... ô filmizinho ruim dos infernos!
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