
Sinopse: Um grupo de mercenários tem a missão de provocar a queda de um ditador da América do Sul.
Elenco: Sylvester Stallone, Mickey Rourke, Jason Statham, Arnold Schwarzenegger, Jet Li, Dolph Lundgren, Steve Austin, David Zayas, Randy Couture, Eric Roberts, Bruce Willis, Giselle Itiè
Direção: Sylvester Stallone
Roteiro: Sylvester Stallone
Podem jogar uma pedra, mas gosto muito dos filmes da “retomada” de Stallone, principalmente Rocky Balboa. Pra quem não viu, trata-se de um filmaço que traça a dor e a solidão de um homem que vive das glórias de seu passado, já que seu presente é decepcionante e seu futuro incerto (praticamente uma biografia do próprio Stallone na época). Já Rambo IV, apesar de irregular, garante uma hora e meia de diversão escrachada e sanguinolenta, onde vemos corpos sendo despedaçados e sangue jorrando aos litros.
Esse The Expendables, que estreou no Brasil no último dia 14, está mais para Rambo IV do que para Rocky Balboa, o que não é ruim. Temos, de novo, um pouco mais de uma hora e meia de diversão. Mas o que difere esta produção da produção anterior? Ah! O elenco, claro.
Stallone conseguiu o improvável: reunir todos os atores de ação famosos dos anos 80, 90 e 2000 num único filme! São eles: o próprio Stallone, Jason Statham, Jet Li, Dolph Lundgren, Randy Couture, Steve Austin, Terry Crew, Mickey Rourke e (pasmem!) Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger (os dois últimos em uma ponta inspiradíssima onde os três se encontram). Só faltou o Steven Seagal e o Jean-Claude Van Damme, que recusaram participar do filme (dizem que o Van Damme não aceitou por não querer perder uma luta para o Jet Li). Só esse encontro de astros já vale todo o filme.
Sobre a história, não há muita coisa para falar. É uma história batida, onde o grupo de mercenários tem que invadir uma ilha para salvar uma garota (a brasileira Giselle Itiè) e libertar o povo de um tirano. Me lembrou muito Comando para Matar com o Arnoldão, só que aqui não é somente um fortão detonando todo mundo, são vários. Apesar do fraco enredo e diálogos sofríveis, posso dizer que Stallone preparou algumas passagens bem inspiradas, principalmente o encontro citado no parágrafo acima e as mortes no decorrer da projeção que são, no mínimo, chocantes e brutais (principalmente quando Statham resolve usar suas facas). Com curta duração, o que é um ponto positivo, o filme demonstra o quanto deve ter sido divertido gravar as cenas (muitas delas passadas no Brasil), o que prova o entrosamento do grupo.
O encontro dos sonhos de qualquer adolescente dos anos 90 aconteceu um pouco tarde. Os heróis de antes estão velhos, enrugados e lentos. Os novos tentam batalhar por um lugar ao sol. Os filmes de ação de antes não são os mesmos de hoje. O público já não é mais o mesmo. Mas quem se importa? Acho que por isso que gostei muito do filme. Esse clima saudosista é reconfortante, principalmente para os fãs que já passaram dos trinta e já não conseguem correr, saltar ou mesmo brigar como antigamente. Agora se o Stallone consegue fazer isso tudo aos 64 anos, eu também consigo! :-P





Obs.1: Giselle Itiè se deu melhor com o espanhol do que com o inglês.
Obs.2: adorei o papel do Dolph Lundgren. Realmente foi escrito pra ele.
Obs.3: se o Van Damme e o Steven Seagal estivessem no filme, dava nota máxima!
Obs.4: Stalonne já disse que no segundo ele quer Willis como um vilão barra pesada!
Obs.5: minha mulher dormiu o filme todo! :-)
Eu já estava dormindo! Me acordar pra ver um filme é a mesma coisa q nada ne?! Permaneci dormindo.
ResponderExcluirO pior é q agora fiquei curiosa pra ver o filme rs
É claro que a Giselle se deu melhor com o espanhol, afinal ela é mexicana e não brasileira.
ResponderExcluirAé?? Nem sabia que ela era mexicana!! Ela fala bem português, fala não?
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